O presidente da República, Michel Temer (PMDB), estaria com medo depois que a Polícia Federal apreendeu o celular do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) durante a operação Cui Bono, na última sexta-feira (13). Segundo o site O
Antagonista, o mandatário do país teme que mensagens trocadas por Geddel possam relacioná-lo com seu operador, José Yunes.
Recentemente, o ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse em sua delação premiada que, na campanha eleitoral de 2014, foi entregue dinheiro vivo no escritório do advogado José Yunes, amigo de Michel Temer e até então assessor especial da Presidência.
Segundo o delator, a quantia entregue em São Paulo era parte de um repasse de R$ 10 milhões, combinado no Palácio do Jaburu, quando Temer, então vice-presidente da República, recebeu Marcelo Odebrecht, na época, presidente da empreiteira. O encontro ocorreu em maio de 2014, dois meses depois do início da Operação Lava Jato.
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