VÁRZEA DA ROÇA / Evento contra a reforma da previdência é realizado em Capim Grosso
Além do deputado, o encontro recebeu a deputada estadual Neuza Cadore, PT, o ex-ministro da Previdência, Miguel Rosseto, do Rio Grande do Sul, prefeitos, vereadores, sindicalistas, representantes de associações, dentre outros que contribuíram para lotar o auditório. De acordo com a organização cerca de 20 cidades estiveram presentes em Capim Grosso para debater a reforma.
Municípios presentes: Quixabeira, Várzea da Roça, Serrolândia, Jacobina, Rui Barbosa, Baixa Grande, Capela do Alto Alegre, Pintadas, Gavião, São José do Jacuípe, Riachão do Jacuípe, Macajuba, Pé de Serra, Nova Fátima, Mairi e Capim Grosso, representado pelo vice-prefeito Frank Neto, vereadores: Bruno Vitor, o popular Bruno da Dengue, presidente da Câmara de Vereadores, Jeferson da Embasa, Gilberto do Peixe, Nego do Lajedo, Nanal Vilas Boas, incluindo ainda secretários.
O encontro foi iniciado às 10h10min com a composição da mesa formada por: Frank Neto, vice-prefeito de Capim Grosso, Bruno Vitor, presidente do Poder Legislativo, Maria José, presidente do STTR de Quixabeira, deputada estadual Neuza Cadore, deputado federal Robinson Almeida, Miguel Rosseto, ex-ministro da previdência, Sivaldo Rios, ex-prefeito de Capim Grosso e o prefeito Adriano de Nova Fátima.
Usaram a palavra como saudação, Frank Neto, Bruno Vitor, Maria José, o deputado Robinson Almeida e o ex-ministro Miguel Rosseto, que fez uma explanação mais detalhada sobre a proposta apresentada pelo governo de Michel Temer, proposta essa que na concepção de todos que fizeram uso da palavra representará uma grande derrota na vida do povo brasileiro.
Após o uso da palavra do ex-ministro Miguel Rosseto, foi disponibilizada a palavra aos interessados em fazer pergunta, com o debate se estendendo até 13h30min.
Por conta da proposta está marcada para quarta-feira, 15 de Março, com extensão para mais dias manifestações em todo o país. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) espera a adesão de mais de um milhão de professores e profissionais da rede pública de ensino na greve nacional, com a paralisação atingindo todos os estados do país, inaugurando assim um calendário intenso de mobilizações envolvendo centrais sindicais e movimentos populares contra a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional, que muda as regras da aposentadoria no país.
Apresentada ao Congresso Nacional pelo governo Temer, a medida estabelece idade mínima de 65 anos para homens e mulheres poderem se aposentar e ainda exige contribuição de 49 anos para que o trabalhador possa receber o valor integral do salário. Alguns benefícios também poderão ser desvinculados do salário mínimo, diminuindo o valor da aposentadoria ao longo do tempo, assuntos que foram explicitados principalmente pelo ex-ministro da previdência Miguel Rosseto.
Por: Arnaldo Silva























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